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Paulo Coutinho ilustração
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O meu trabalho começa na vinha.
É aí que cada decisão gera consequências que se prolongam até ao copo.

Trabalho no Douro com a convicção de que o vinho é uma tradução fiel do lugar, do ano e da forma como é conduzido, sem maquilhagem nem excessos.

Através de práticas regenerativas e de uma intervenção mínima e consciente, procuro vinhos com identidade, tensão e carácter, onde o tempo é um aliado e não um inimigo.

A ORIGEM DE TUDO

A origem de tudo está num percurso feito com tempo.

Em 1992, ainda estudante de Enologia na UTAD, iniciei com o meu pai, Joaquim Coutinho, vários projetos de reestruturação de vinha no Douro. Entre eles, a Vinha da Fonte tornou-se um espaço essencial de aprendizagem, observação e experimentação.

Ao longo dos anos, esse contacto direto com o campo foi moldando a forma como penso o vinho e o meu papel enquanto produtor. A evolução foi natural, sem ruturas nem atalhos, conduzindo-me a práticas mais conscientes, focadas no equilíbrio do solo, da planta e do tempo.

É desse percurso que nasce o projecto — não como um ponto de chegada, mas como uma continuação lógica de tudo o que veio antes.

EVOLUÇÃO DO PROJETO

1992

Início da reestruturação da Vinha da Fonte. Um primeiro contacto profundo com a vinha, ainda como estudante de Enologia, que viria a moldar a minha forma de observar e aprender no campo.

Ilustração da Quinta

1994

Início da atividade profissional como enólogo. Um período fundamental de aprendizagem técnica e prática, em contexto profissional, que consolidou bases e disciplina.

2006

Aquisição da Vinha da Fonte. O primeiro passo de verdadeira autonomia, permitindo experimentar, errar, observar e evoluir sem pressões externas.

Ilustração de Uva

2012

Início do processo de certificação biológica da Vinha da Fonte. Um ponto de viragem, impulsionado por formação específica, que redefiniu a forma de encarar o solo, a planta e o equilíbrio do ecossistema.

2016

Primeira produção com certificação biológica. Um ano decisivo, onde a prática passou a refletir de forma clara a convicção de que o vinho nasce de um sistema vivo e equilibrado.

Ilustração de Barril

2016

Expansão e reestruturação de novas áreas de vinha. Nasce a Vinha do Borrajo, aprofundando uma visão de viticultura orientada para a regeneração e a diversidade.

2017

Certificação como Preparador para Vinho Biológico. A consolidação de uma abordagem integrada entre vinha e adega, com acompanhamento próximo de todo o processo de vinificação.

Ilustração da Garrafa

2018

Plantação da Vinha da Costeira em alta densidade, inspirada na viticultura tradicional do Douro. Um projeto experimental que privilegia a competição natural entre plantas, a resiliência da vinha e práticas que evitam compactação do solo.

2020

Aquisição do Olival dos Sumagrais e início da certificação biológica. O azeite surge como complemento natural do projeto, reforçando uma visão holística de produção em equilíbrio com a paisagem.

Ilustração da Azeitonas

2021

Lançamento da série experimental “Da Terra… ao Copo!”. O projeto assume-se publicamente, com o lançamento dos primeiros vinhos e da primeira edição do Azeite Virgem Extra. Nesse ano, fomos distinguidos como Produtor Revelação – Douro Sustentável.

UM PERCURSO CONSTRUÍDO COM TEMPO

Mais do que uma sucessão de datas, este caminho reflete decisões conscientes, aprendizagem contínua e respeito pelos ciclos naturais. Cada etapa contribuiu para consolidar uma forma de estar na vinha e no vinho.

Logotipo Figura A

UMA FILOSOFIA EM EVOLUÇÃO

O foco está em produzir vinhos nutricionalmente eficazes e prazerosos, em sintonia com a natureza e com o corpo humano. Um trabalho orientado pelo equilíbrio, pela observação e pela convicção de que o vinho é parte de um sistema vivo.

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