O meu trabalho começa na vinha.
É aí que cada decisão gera consequências que se prolongam até ao copo.
Trabalho no Douro com a convicção de que o vinho é uma tradução fiel do lugar, do ano e da forma como é conduzido, sem maquilhagem nem excessos.
Através de práticas regenerativas e de uma intervenção mínima e consciente, procuro vinhos com identidade, tensão e carácter, onde o tempo é um aliado e não um inimigo.

